Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante! ( Paulo Freire)

sábado, 10 de março de 2012

Rotação e Translação

O trabalho foi dinâmico com a utilização do globo terrestre e comentarios dos alunos...


Verificação dos Himisferios...


Verificação dos paises onde são dias e onde são noites conforme a rotação...



Iniciei a aula questionando aos alunos se eles sabiam o motivo da existencia dos dias e noites... Depois dos cometários...

Rotação

O movimento de rotação da Terra é o giro que o planeta realiza ao redor de si mesmo, ou seja, ao redor do seu próprio eixo. Esse movimento se faz no sentido anti-horário, de oeste para leste, e tem duração aproximada de 24 horas (Figura 1, abaixo). Graças ao movimento de rotação, a luz solar vai progressivamente iluminando diferentes áreas, do que resulta a sucessão de dias e noites nos diversos pontos da superfície terrestre.

Vale lembrar que, durante o ano, a iluminação do Sol não é igual em todos os lugares da Terra, pois o eixo imaginário, em torno do qual a Terra faz a sua rotação, tem uma inclinação de 23o 27, em relação ao plano da órbita terrestre.

O movimento aparente do Sol - ou seja, o deslocamento do disco solar tal como observado a partir da superfície - ocorre do leste para o oeste. É por isso que, há milhares de anos, o Sol serve como referência de posição: a direção onde ele aparece pela manhã é o leste ou nascente - e a direção onde ele desaparece no final da tarde é o oeste ou poente.

Translação

Já o movimento de translação é aquele que a Terra realiza ao redor do Sol junto com os outros planetas. Em seu movimento de translação, a Terra percorre um caminho - ou órbita - que tem a forma de uma elipse.

A velocidade média da Terra ao descrever essa órbita é de 107.000 km por hora, e o tempo necessário para completar uma volta é de 365 dias, 5 horas e cerca de 48 minutos.

Esse tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol é chamado "ano". O ano civil, adotado por convenção, tem 365 dias. Como o ano sideral, ou o tempo real do movimento de translação, é de 365 dias e 6 horas, a cada quatro anos temos um ano de 366 dias, que é chamado ano bissexto

Artes feitas com as mãos

Artes feitas com as mãos.
Usaram somente folha sulfite e tinta guache...
e a criatividade...


Borboleta


Girafinha comendo nas arvores



Dinossauro



Pessoa com cabelos crespos.



Borboleta


Jardim



Galinho



Pintinho 



Elefantinho


Varias carinhas.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tempo histórico

Tempo histórico
Assim como podemos contar o tempo através do tempo cronológico, usando relógios ou calendários, temos ainda outros tipos de tempo: o tempo geológico, que se refere às mudanças ocorridas na crosta terrestre, e o tempo histórico que está relacionado às mudanças nas sociedades humanas.
O tempo histórico tem como agentes os grupos humanos, os quais provocam as mudanças sociais, ao mesmo tempo em que são modificados por elas.
O tempo histórico revela e esclarece o processo pelo qual passou ou passa a realidade em estudo. Nos anos 60, por exemplo, em quase todo o Ocidente, a juventude viveu um período agitado, com mudanças, movimentos políticos e contestação aos governos. O rock, os hippies, os jovens revolucionários e , no Brasil, o Tropicalismo (Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, entre outros) e a Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos, entre tantos outros), foram experiências sociais e musicais que deram à década de 60 uma história peculiar e diferente dos anos 50 e dos anos 70.
Isto é o tempo histórico: traçamos um limite de tempo para estudar os seus acontecimentos característicos, levando em conta que, naquele momento escolhido, muitos seres humanos viveram, sonharam, trabalharam e agiram sobre a natureza e sobre as outras pessoas, de um jeito específico.
A história não é prisioneira do tempo cronológico. Às vezes, o historiador é obrigado a ir e voltar no tempo. Ele volta para compreender as origens de uma determinada situação estudada e segue adiante ao explicar os seus resultados.

A contagem do tempo histórico

O modo de medir e dividir o tempo varia de acordo com a crença, a cultura e os costumes de cada povo. Os cristãos, por exemplo,  datam a história da humanidade a partir do nascimento de Jesus Cristo. Esse tipo de calendário é utilizado por quase todos os povos do mundo, incluindo o Brasil.
O ponto de partida de cada povo ao escrever ou contar a sua história é o acontecimento que é considerado o mais importante.
O ano  de 2008, em nosso calendário, por exemplo, representa a soma dos anos que se passaram desde o nascimento de Jesus e não todo o tempo que transcorreu desde que o ser humano apareceu na Terra, há cerca de quatro milhões de anos.
Como podemos perceber, o nascimento de Jesus Cristo é o principal marco em nossa forma de registrar o tempo. Todos os anos e séculos antes do nascimento de Jesus são escritos com as letras a.C. e, dessa maneira, então 127 a.C., por exemplo, é igual a 127 anos antes do nascimento de Cristo.
Os anos e séculos que vieram após o nascimento de Jesus Cristo não são escritos com as letras d.C., bastando apenas escrever, por exemplo, no ano 127.
           
O uso do calendário facilita a vida das pessoas. Muitas vezes, contar um determinado acontecimento exige o uso de medidas de tempo tais como século, ano, mês, dia e até mesmo a hora em que o fato ocorreu. Algumas medidas de tempo muito utilizadas são:
  • milênio: período de 1.000 anos;
  • século: período de 100 anos;
  • década: período de 10 anos;
  • qüinqüênio: período de 5 anos;´
  • triênio: período de 3 anos;
  • biênio: período de 2 anos (por isso, falamos em bienal).

Entendendo as convenções para contagem de tempo
Para identificar um século a partir de uma data qualquer, podemos utilizar operações matemáticas simples. Observe.
  • Se o ano terminar em dois zeros, o século corresponderá ao (s) primeiro (s)algarismo (s) à esquerda desses zeros. Veja os exemplos:

                                   ano 800: século VIII
                                   ano 1700: século XVII
                                   ano 2000: século XX

  • Se o ano não terminar em dois zeros, desconsidere a unidade e a dezena, se houver, e adicione 1 ao restante do número, Veja:
                                   ano 5:               0+1= 1                       século I
                                   ano 80:             0+1= 1                       século
I
                                   ano
324           3+1=4                         século IV
                                   ano 1830         18+1=19                     século XIX
                                   ano 1998         19+1=20                     século XX
                                   ano 2001         20+1=21                     século XXI
                                 

Planejamento anual de História 1º Bimestre

PLANEJAMENTO ANUAL – 2012


DISCIPLINA: HISTORIA       ANO: 6º
PROFª: Nair  Silva
OBJETIVO GERAL:
Compreender que a história é construída coletivamente num processo contínuo de mudança e permanência, semelhanças e diferenças, e que o passado se articula com o presente e futuro. Assim, entender as relações entre os homens ao longo dos tempos
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OBJETIVO ESPECIFICOS DE APRENDIZAGEM
CONTEÚDOS
ESTRATÉGIA
METODOLOGIA
RECURSOS:
AVALIAÇÃO
1º BIMESTRE
Resgatar os aspectos culturais de um determinado povo ou região para o entendimento do processo de desenvolvimento;

Caracterizar e analisar a importância das fontes históricas para o historiador no seu processo de construção do conhecimento histórico;

Entender o passado para a compreensão do presente.
Identificar o modo de vida, as crenças e os mitos dos grupos indígenas.

Compreender as diferenças culturais entre os povos indígenas e os conquistadores portugueses.
Ø Introdução
definição de 
História;

Ø A temporalidade;

Ø Fontes históricas;

Ø Evolução do homem;

Ø Pré-História Geral e da América;

Ø Os povos Indígenas
Aula expositiva;


Exercícios de



fixação;


Textos
informativos, debates, questionamentos sobre o tema;


Análise de mapas;


Cartazes, desenhos imagens dos povos indigenas;


Comentarios, desenhos e cartazes, sobre os temas;


Trabalho em grupo
Trabalhar o ludico associando a aprendizagem;


Passeio ao Museu Arquiólogico Historico de Coxim MS..
Ø Mapas;

Ø Músicas;

Ø Textos;

Ø Lousa;

Ø Filmes;

Ø Passeio;

Ø Pesquisa;

Ø Xérox;

Ø Papel;

Ø Livro didático;


Ø dvd
prova no Sistema do SAEB

Trabalho em sala;
Exercícios periódicos;

Trabalho em grupo;
Acompanhamento dos alunos no processo.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
1-Assiduidade.
2-Participação nas aulas.
3-Realização das atividades sugeridas e deveres.
4-Organização.
5-Comportamento.
6-Respeito.
7-Material básico para as aulas.
8-Responsabilidade.
9-Companheirismo.
10-Preservação do patrimônio.




Fontes históricas

Fontes históricas


A análise do passado deve ser estudada por meio dos vestígios das atividades humanas, que é conhecido como fontes históricas. Existem vários tipos de fontes históricas, como as fontes materiais, as orais, iconográficas e as escritas.

  • As fontes materiais são os vestígios materiais da atividade humana e que incluem as fontes arqueológicas em geral, os instrumentos de trabalho, os monumentos, as moedas, entre muitas outras. Algumas ciências auxiliares da história são dedicadas a este tipo de fontes, como a Arqueologia, que é uma ciência que estuda o passado humano a partir dos vestígios e restos materiais deixados pelos povos que habitaram a Terra.
  • As fontes orais incluem toda a informação e tradição que se mantém conservada na memória das pessoas e passada oralmente de uns para outros.
  • As fontes iconográficas são as que representam imagens (uma gravura, uma fotografia, um filme).     
  • As fontes escritas normalmente são mais utilizadas e se diferenciam pelo suporte e técnica utilizados na escrita. No estudo das épocas Moderna e Contemporânea, as fontes escritas utilizadas são normalmente classificadas em manuscritas e impressas.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Árvore Genealógica

Árvore Genealógica

A árvore genealógica é uma representação das pessoas que tiveram participação na existência de uma pessoa ou família, ou seja, é o histórico que levanta dados sobre os ancestrais dos mesmos de forma que fiquem conhecidas as conexões estabelecidas entre esses. Normalmente coloca-se o nome do ancestral mais antigo de que se conseguiu dados e, a partir desse, seus descendentes até chegar ao membro mais novo da família ou então até na pessoa que se tem interesse.

Para montar a árvore genealógica é preciso primeiramente descobrir de onde vieram os ancestrais de uma família, o que pode ser feito buscando a origem dos sobrenomes do pai e da mãe de um indivíduo. Posteriormente devem ser anotados os seguintes dados:

Nome completo de todas as pessoas pesquisadas;
Data e local do nascimento das mesmas;
Certidão de casamento, constando data e local;
Certidão de óbito, constando data e local;
Informações gerais sobre cada indivíduo, como profissão, escolaridade, títulos especiais, história da família no Brasil, origem do nome, do sobrenome e mais.

É importante separar a pesquisa de cada pessoa, por exemplo, do pai, da mãe, do avô paterno, do avô materno, da avó paterna, da avó materna, dos tios, das tias, primos, primas e sucessivamente. É importante saber distinguir o que é fato e o que é fofoca familiar, pois existem pessoas que transmitem informações deturpadas sobre outras pessoas, dificultando assim o real conhecimento.

A árvore genealógica é muito importante para as pessoas, pois através delas pode-se conhecer a origem familiar e ainda descobrir a origem de problemas, anomalias e doenças genéticas.

Retirado da net:


Como apresentar um trabalho na frente de toda a sala?

Como apresentar um trabalho na frente de toda a sala?


Existem pessoas que não conseguem falar bem quando estão com toda a atenção voltada para si. No período escolar são inúmeras as vezes que o aluno tem que apresentar um trabalho, uma maquete, um exercício ou outras atividades que o coloca sobre evidência aos demais que estão presentes na sala de aula. Como lidar com a insegurança e a timidez ao falar?

Os sinais quando se está prestes a falar para outras pessoas são sempre os mesmos: frio na barriga; suor, principalmente nas mãos; vontade de urinar; insegurança e voz trêmula. Para conseguir lidar com essas situações é importante seguir algumas regrinhas básicas:

Dominar o assunto a ser apresentado, ler o material não é bom;
Buscar a melhor maneira de se apresentar à frente, de pé ou sentado;
Falar de forma clara com o vocabulário adequado para a situação (para que o objetivo seja atingido);
Determinar um tempo para a apresentação;
Falar com boa intensidade e velocidade, nem alto e nem baixo, nem devagar e nem rápido;
Mostrar entusiasmo na apresentação para despertar interesse daqueles que ouvem para o que é apresentado;
Não tente se desculpar se por acaso der algum deslize e nem se justifique, apenas corrija;
Olhar diretamente para as pessoas para que inspire confiança;
Busque materiais de apoio que auxilie na lembrança do que deve ser falado;
Evitar olhar para colegas que buscam tirar sua concentração;
Ao final, enfatizar os pontos principais apresentados e por fim;
Esclarecer dúvidas que possam existir.

Apesar de seguir à risca o que está descrito acima, poderá ainda haver o aparecimento do nervosismo e do friozinho na barriga, porém insegurança não.
     


Retirado da net: