Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante! ( Paulo Freire)

sábado, 17 de setembro de 2011

Educação física:
Explicando o fundamento do Toque
Espaço: quadra esportiva, pátio da escola ou qualquer lugar que possibilite a execução da atividade.
Material: rede de vôlei e bolas
O Toque

Distribuir os alunos em duplas, um de frente para o outro e uma distância aproximada de 5m um do outro. O aluno deverá posicionar-se com as pernas semi-flexionadas e mãos na altura do rosto. As mãos devem estar abertas e com os polegares e indicadores formando um triângulo. Flexione as pernas antes de golpear a bola, simultaneamente estenda as pernas e os braços em direção a bola. Toque a bola quando ela se encontrar na frente do rosto. Neste momento, as pernas, o tronco e os braços devem estar estendidos para cima, seguindo a trajetória da bola. A bola não é abatida, mas levemente carregada.

Posição das Mãos

Os polegares e os indicadores devem formar um triângulo isósceles. As zonas das mãos que têm contato com a bola estão evidenciadas em escuro.
Posição dos Dedos
Nem demasiadamente rígidos e nem ao contrário completamente relaxados. O contato com a bola deve ser feito com todos os dez dedos. Depois do passe, os braços e as mãos acompanham o impulso da bola. Os braços terminando o impulso, permanecem por instantes em extensão e depois voltam naturalmente ao longo do corpo.

Executar o toque quando a bola estiver a frente do eixo do corpo (linha tracejada em vermelho). Na figura a seguir, três pontos distintos da bola;



(1) - posicionamento ideal, o jogador conta com o apoio dos braços, tronco e pernas.

(2) - posicionamento não ideal, a bola está passando pelo eixo do corpo do jogador e a tendência é de que a bola suba após o toque.

(3) - posicionamento inviável, o jogador não dispõe de qualquer apoio para executar o toque.

Levantamento
O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.


A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete".

Como o levantamento de toque permite um controle maior, o levantamento de manchete é utilizado quando o passe está baixo e que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restri tas no que diz respeito à infração de "carregar".

Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.

Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária em uma tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".
Fonte: Confederação Brasileira de Voleibol (2007). Manual de Treinadores. Volume I
Atividade II
Quicar a bola para o chão e utilizar todos os dedos das duas mãos. 
Atividade III
Quicar a bola para o chão, alternando, primeiro com os indicadores, depois os restantes dos dedos e por último os polegares.
Obs: não acompanhar a bola, mas trabalhar as articulações do pulso. Ter os dedos em ligeira tensão e não rígidos.
Atividade IV
Jogar a bola para cima e deixar a bola quicar uma vez no chão e dar um toque com todos os dedos a 50 cm de altura e sem deixar a bola cair.
Jogar a bola para cima e dar um toque com todos os dedos a 50 cm de altura e sem deixar a bola cair.
Jogar a bola para cima e executar um toque curto e um toque longo e sem deixar a bola cair.
  
Atividade V
Os alunos de frente e distantes da parede 50 cm e cada um com uma bola. Executar toques na bola em direção a parede sem deixar cair a bola.
Os alunos de frente e distantes da parede 50 cm e cada um com uma bola. Executar 2 toques na bola em direção a parede sem deixar a bola cair.
Atividade VI
Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola para B que sentado, desloca-se para fazer um passe.Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola ao ar para B ( 5 a 6mts de distância), depois da bola tocar no solo, pára e reenviá.Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola ao ar para  B ( 5 a 6 mts de distância) e tocam a bola um para o outro sem deixar cair a bola.
Atividade III
Quicar a bola para o chão, alternando, primeiro com os indicadores, depois os restantes dos dedos e por último os polegares.
Obs: não acompanhar a bola, mas trabalhar as articulações do pulso. Ter os dedos em ligeira tensão e não rígidos.
Atividade IV
Jogar a bola para cima e deixar a bola quicar uma vez no chão e dar um toque com todos os dedos, a 50 cm de altura e sem deixar cair a bola.
Jogar a bola para cima e dar um toque com todos os dedos, a 50 cm de altura e sem deixar cair a bola.
Jogar a bola para cima e executar um toque curto e um toque longo sem deixar cair a bola.
Atividade V
Os alunos de frente e distantes da parede 50 cm e cada um com uma bola darão toques na bola em direção a parede sem deixar cair a bola.
Os alunos de frente e distantes da parede 50 cm e cada um com uma bola darão 2 toques na bola em direção a parede sem deixar a bola cair.
Atividade VI
Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola a B que sentado,desloca-se para fazer um passe.Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola ao ar para B ( 5 a 6mts de distância), depois da bola tocar no solo,pára-a e reenvia-a.Os alunos divididos em duplas e o aluno A lança a bola ao ar para  B ( 5 a 6 mts de distância) e tocam a bola um para o outro sem deixarcair a bola.
Nesta aula para realização dos jogos recomenda-se usar uma bola mais leve ou um bolão de plástico facilitando manter a bola no alto e a dinâmica do jogo.
Atividade VII
Jogo I
Realizar um jogo de vôlei com a turma em que os alunos poderam somente passar a bola de toque para quadra adversária.
Atividade VIII
Jogo II
Realizar um jogo de vôlei onde a equipe que conseguir dar os três toques possíveis durante a jogada marcará mais um ponto extra.
Nesta aula para realização dos jogos recomenda-se usar uma bola mais leve ou um bolão de plástico facilitando manter a bola no alto e a dinâmica do jogo.
Recursos Complementares
www.fivb.com
www.cbv.com.br
Avaliação
Verificar se o aluno aprendeu as técnicas básicas do toque?
Avaliar o desenvolvimento das atividades referentes ao toque e verificar se o aluno será capaz de participar de  pequenos jogos como o Mini Vôlei?


Semana do Trânsito


Semana do trânsito.
Trabalhamos com as crianças do 1º ao 5ª.



Eles aprenderam direitinho na simulação do trânsito.

 Todos tiveram a vez, sendo pedestres, semaforo ou motoristas...


Mas, o que eles mais gostaram foi de ser motorista. Entrar nos carrinhos e sair dirigindo foi o máximo para eles.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Fotos Comemoração cívica

Minha companheirinha de trabalho e eu...

 Colegas e diretora do Campo

Um pouquinho da turma...



Mensagens para reunião de pais

Mensagem para reunião de pais


Havia uma aldeia pequena onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava o seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Então quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, fazendo o menino procurar uma velha para perguntar se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO, apenas dizendo: obrigado por receber meu CARINHO.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Outro fez o mesmo… Mais outro… E outro… Até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Aceite nosso floquinho como prova do nosso carinho como professores de seu filho (a), pois é assim que conduzimos nosso trabalho nessa Escola. Dividindo com você a responsabilidade de educar.


 
A história do lápis

Mensagem para reunião de pais
Havia uma aldeia pequena onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a Amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílio, dava o seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos de algodão sem querer nada em troca. As pessoas davam seu CARINHO, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Então quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas na rua.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, fazendo o menino procurar uma velha para perguntar se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO, apenas dizendo: obrigado por receber meu CARINHO.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Outro fez o mesmo… Mais outro… E outro… Até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Aceite nosso floquinho como prova do nosso carinho como professores de seu filho (a), pois é assim que conduzimos nosso trabalho nessa Escola. Dividindo com você a responsabilidade de educar.
Pai...

As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
(Mario Quintana

 

Lembraças para Dia dos pais.



Mensagens para Dia dos Pais

As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
(Mario Quintana)